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História

Conheça a história da Escola Secundária Campos Melo.

História da ESCM...

História

História Sucinta da Escola Secundária/3ºCEB Campos Melo

Por Decreto de 03 de Janeiro de 1884, subscrito pelos Ministros das Obras Públicas e da Instrução Pública, respectivamente António Augusto de Aguiar e Hintze  Ribeiro, é criada na Covilhã uma Escola Industrial, com o fim de "ministrar o ensino apropriado às indústrias predominantes n'aquella localidade, devendo este ensino ter uma forma eminentemente prática" (cit. in Decreto).

Por acção do filantropo José Maria da Silva Campos Melo (1840-90) que cede uma casa situada na Rua dos Tanoeiros (actual Fernão Penteado) para a instalação provisória da Escola, compra a expensas suas o mobiliário e custeia a preparação, em Lisboa, de um seu funcionário, José da Fonseca Teixeira, que virá a ser o 1º Director da Escola, puderam as aulas começar a funcionar em 16 de Dezembro desse ano com a disciplina de Desenho Industrial. O plano de estudos (curso bienal) compunha-se ainda de duas outras disciplinas: Aritmética, geometria e Contabilidade (iniciada em 08  de Janeiro de 1885) e Química Industrial (iniciada no dia anterior), ambas leccionadas pelo Director enquanto Manuel Morais júnior, filho do célebre Morais do Convento, leccionava Desenho.

Matricularam-se nesse ano lectivo 65 alunos (quatro dos quais de sexo feminino) tendo frequentado as aulas como extraordinários mais 15 alunos. A este quadro de estudos bastante rudimentar, é acrescido, por portaria de 12 de Dezembro de 1886, de Emídio Navarro, a disciplina de Língua Francesa, numa altura em que a escola já se encontrava a funcionar em novas instalações, cedidas pela Câmara Municipal, há mais de um ano e que distavam 60 metros das primitivas. Quatro anos volvidos (1889), o quadro da escola Industrial Campos Melo já comportava vários professores, com destaque  para o alemão Wustner, que leccionava a disciplina de Desenho Industrial Mecânico, e o Suiço Martin Kuratlé, que dirigia o Curso de Tecelagem.


Onze alunos desta escola obtiveram vários prémios na Exposição Industrial de Lisboa no ano transacto. Em 1891, João Franco organiza o Ensino Industrial e Comercial e completa o quadro do Ensino Técnico com diversas Oficinas que, no entanto, não entram em laboração plena e em 1896, são criados os Lavores Femininos.

 A Escola vive até 1897 o seu primeiro período áureo, com um número de alunos sempre crescente até quase atingir as duas centenas. No entanto, um Decreto datado de 14 de Dezembro de 1897, assinado por António José da Cunha, ao dar uma nova organização no ensino industrial, criando um mais genérico, teórico e subvalorizando a componente prática, vem afastar muitos alunos da Escola, que conhecerá um longo período de estagnação e frequência inferior a cem alunos até praticamente ao início dos anos 20 do século XX.
 

Em 1912, a Escola  é transferida para o núcleo central das actuais instalações, edifício em construção aquando da implantação da República, gizado para Colégio da Companhia de Jesus, entretanto expulsa do país. A sua direcção passa, em 1914, para José Maria Campos Melo (1914-16), filho do patrono da Escola e sucessivamente por Joaquim Porfírio (1916-22) e José Farias Bichinho (1922-30). Em 1918 sai a Reforma do Ensino Industrial do Dr. Azevedo Neves que reduz a Escola Industrial a uma simples Escola de Artes e Ofícios ou Escola de Tecelagem, de carácter elementar.Os efeitos desta reforma traduziram-se, de forma insofismável, na falta de alunos matriculados: apenas 46 em 1920.

Mas a Covilhã cidade reage, quebra a apatia e vai  em peso a Lisboa protestar contra aquilo que considera um tratamento vexatório para a sua Escola e consegue, pelo Decreto nº 7913 de 13 de Dezembro de 1921, do Dr. Vasco Borges, novamente a instauração da Escola Industrial com um plano de Cursos de graus Elementar (Curso Geral - 4 anos) e Complementar.

A frequência aumenta de imediato para número superior a duzentos alunos. Pelo Decreto nº 18420 de 24 de Junho de 1930, fixam-se para a Escola Industrial três cursos Profissionais; Tecelão-Debuxador, Tintureiro e Cerzideira. O Engº Melo e Castro assume, neste mesmo ano o cargo de Director, que manterá durante 36 anos.

Em 1934, pelo Decreto nº 24611, é criado o Curso de Tecelão Mecânico, com duração de 5 anos. Doações de vulto, por parte de particulares, (novos teares), serão como que o corolário das comemorações dos cinquenta anos da Escola. Apesar de muitas vicissitudes e erros (que podem, primordialmente, ser imputados aos sucessivos Ministérios da Instrução Pública), a imprensa local, aquando da evocação da efeméride, é unânime no reconhecimento da importância da Escola Industrial para a cidade, traduzida pela pergunta: "o que seria da Covilhã sem a Escola Industrial?".

A fabricação de tecidos na própria Escola tem início em 1938, numa época em que o número de alunos já era superior aos 300. O ano de 1948 assinalou uma nova era no Ensino Técnico em Portugal, sobretudo decorrente da publicação do Decreto nº 37029 de 25 de Agosto que estabelecia o Estatuto Industrial e Comercial, transformando a Escola Industrial em Escola Industrial e Comercial. Esta passa a ministrar os seguintes cursos:

  • 1º grau - Ciclo Preparatório (2 anos).
  • 2º grau - Cursos Complementares de Aprendizagem (de Electricista, Fiandeiro, Tecelão Mecânico, Tintureiro Acabador), de 4 anos.
  • Curso de Formação Profissional (de: Serralheiro, Técnico de Tecelagem, Formação Feminina e Geral do Comércio), de 4 anos.
  • Cursos de Mestrança (encarregados de Obras, Cerzideiras) de 2 anos.
  • Regime Nocturnos: Geral do Comércio, Electromecânica, Têxtil, Tintureiro Acabador e Debuxador (5 anos).

Este Decreto assinala um passo em frente na história do Ensino Técnico pois vai procurar colmatar as falhas  existentes na formação cientifico-cultural. Os anos cinquenta iniciaram-se sob bons auspícios para a Escola que é alvo de grandes obras de intervenção/adaptação, que culminaram, em 2 de Outubro de 1955, com a inauguração de um novo edifício, contíguo ao primeiro. O plano de cursos estabelecidos nos finais dos anos 40 registou, ao longo da década de 50 e início da seguinte, apenas mudanças pontuais. A escolaridade obrigatória e gratuita de 4 anos passa, em 1964 para 6 .

   

Nasceu a Telescola e o Ciclo Preparatório e, na sequência desta reforma, o Decreto-Lei nº 47587 de 10 de Outubro de 1967, assinado pelo Ministro Veiga Simão, institui os Cursos Ger
ais e os Cursos Complementares do Secundário Técnico, iniciando-se a nova experiência pedagógica em 1970. São reduzidos a 9 os cursos gerais existentes e asseguravam o prosseguimento de estudos em igualdade com os alunos do ensino liceal.

Coube ao Director da Escola Industrial e Comercial Dr. Duarte Simões (1966-67) a reivindicação da criação de Secções Preparatórias para os Institutos Comerciais e Industriais, o que virá consumar-se na vigência do último Director da Escola, Dr. Augusto Guimarães.

É em 1969 que a Escola passa a denominar-se Escola Técnica  campos Melo, sendo convertida em sua secção agrícola a Escola Prática de Agricultura da Quinta da Lageosa, o que dilata o seu âmbito de acção, no mesmo ano, aliás em que que também é dotada das almejadas Secções Preparatórias (plano de estudos de 2 anos com 17 disciplinas, compreendendo especializações nas áreas de Contabilidade e Administração, Têxtil e electricidade, facultando o ingresso nos Institutos Industriais e/ou nas universidades.

A revolução do 25 de Abril e a explosão escolar vieram alterar radicalmente o ensino criando o curso Geral Unificado e abolindo as designações "Escola Técnica/Liceus".

Não obstante, aquando da celebração  de Centésimo Aniversário da Escola, e para além do curso Unificado, eram ainda ministrados os Cursos Complementares de Contabilidade e Administração, Secretariado e relações Públicas, Têxtil, artes Visuais, Electrotecnia e Mecanotecnia, o Curso Profissional de Electricidade (alguns dos quais em regime diurno e nocturno) e o Curso Técnico- Profissional Têxtil. Frequentavam-na  1400 alunos.

O encerramento das celebrações do 1º centenário ficará também assinalado pela atribuição da Ordem de Instrução Pública à E. S. C. M.

 

cursos geraisCursos Científico-Humanísticos

Estes cursos correspondem a diferentes domínios do conhecimento e têm como objetivo principal a preparação para continuar os estudos no Ensino Superior. Conferem um diplona de Ensino Secundário (12º ano), bem como o nível 3 de qualificação do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ).

 cursos profissionaisCursos Profissionais

São uma modalidade de educação, inserida no ensino secundário, que se carateriza por uma forte ligação com o mundo profissional. Ler mais Tendo em conta o teu perfil pessoal, a aprendizagem valoriza o desenvolvimento de competências para o exercício de uma profissão, em articulação com o setor empresarial local. 

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Cursos de Educação e Formação

Os Cursos de Educação e Formação (CEF) são uma oportunidade para poder concluir a escolaridade obrigatória, através de um percurso flexível e ajustado aos seus interesses, ou para poder prosseguir estudos ou formação que lhe permita uma entrada qualificada no mundo do trabalho.

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